

Vieste até à floresta em busca de algo simples.
Vieste até à floresta em busca de algo simples.
Respirar. Caminhar. Pescar, caçar, apanhar cogumelos... e fugir por algum tempo ao ruído do mundo.
Mas alguma coisa encontrou-te primeiro.
Acordas sozinho, no meio da floresta, completamente desorientado.
Ao longe, avistas uma velha torre de vigia contra incêndios. É o único ponto de referência que tens.
Talvez seja também a tua última hipótese.
Forest Doesn't Care leva-te para uma natureza densa e viva, inspirada em paisagens reais: florestas profundas, pântanos, colinas, locais abandonados, trilhos escondidos e longos momentos de silêncio que parecem quase reais demais.
O que começa como uma busca desesperada por ajuda transforma-se, pouco a pouco, em algo muito mais estranho.
Chega a torres isoladas.
Explora locais abandonados.
Segue os rastos deixados por pessoas que passaram por aqui antes de ti.
Conhece as poucas pessoas que ainda vivem neste lugar e decide por ti próprio se estão a tentar ajudar-te, usar-te... ou simplesmente mentir-te.
Isto não é um jogo sandbox centrado na construção de bases.
Não vais abater florestas nem construir fortalezas gigantes.
Aqui, a sobrevivência é prática, limitada e assente na realidade. Não vieste para conquistar a floresta.
Vieste para sobreviver a ela.
Quer procures uma vida tranquila na floresta ou uma luta brutal pela sobrevivência, o jogo oferece várias formas de jogar:
Pacífico — Explora, pesca, recolhe recursos e desfruta da floresta ao teu próprio ritmo.
Sobrevivência — Encontra o equilíbrio entre liberdade, perigo e a necessidade de continuares vivo.
Hardcore — Condições mais severas, riscos maiores e quase nenhuma margem para erro.
Uma Vida — Não há segunda oportunidade.
O que começa como uma busca por ajuda pode transformar-se numa vida tranquila no meio da natureza...
ou no maior erro da tua vida.
Isto não é um jogo de terror tradicional.
Não há sustos baratos nem truques de casas assombradas.
Mas quanto mais fundo entras na floresta, mais sentes que há algo errado.
Símbolos estranhos.
Mensagens inacabadas.
Rituais improvisados.
Pessoas que falam como se soubessem muito mais do que deviam.
E sinais de que alguma coisa neste lugar já esperava por ti muito antes de teres nascido.
Explora a floresta sozinho ou com amigos no modo multijogador.
Viajem juntos, sobrevivam juntos, discutam por mantimentos, percam-se na floresta ou simplesmente sentem-se à volta da fogueira...
antes de tudo voltar a correr mal.
A floresta não quer saber quantos são.
Vive a floresta tal como foi imaginada.
Forest Doesn't Care leva ambientes naturais densos ao limite, com dezenas de milhares de árvores, iluminação dinâmica e uma atmosfera rica em detalhes.
Com o NVIDIA DLSS, podes aumentar o desempenho através de upscaling com inteligência artificial sem sacrificar a qualidade visual.
Para quem procura a melhor qualidade de imagem possível, o DLAA (Deep Learning Anti-Aliasing) oferece máxima nitidez e detalhe, permitindo ver cada ramo, cada sombra e cada movimento dentro da floresta.
E com o NVIDIA Reflex, a latência do sistema é reduzida, tornando cada movimento mais rápido e preciso.
Encontra o equilíbrio ideal entre desempenho e qualidade visual e entra numa floresta que parece realmente viva.
Forest Doesn't Care foi criado por uma equipa de apenas duas pessoas com um único objetivo: construir uma floresta que não parecesse um nível de videojogo, mas um lugar real.
Um lugar onde podes pescar, caçar, acampar, sobreviver, perder-te... e, pouco a pouco, perceber que há algo profundamente errado ali.
Durante o desenvolvimento, este projeto cresceu muito além de tudo o que imaginávamos no início.
O mundo ficou maior.
Os sistemas tornaram-se mais complexos.
Os segredos aumentaram.
O perigo cresceu.
E, com tudo isso, cresceu também a liberdade que queríamos dar aos jogadores.
Estamos profundamente gratos a todos os que nos acompanham desde os primeiros dias, quando este projeto era apenas uma experiência tranquila sobre apanhar cogumelos.
A certa altura da jornada, o projeto pareceu ganhar vida própria.
E decidimos segui-lo até onde nos quisesse levar.